Carência e excesso. Faces, muitas, rostos, caras, estampas, peles, carnes, corpos. Eu, um corpo. Entre muitos. Entre tantos. Corpos atravessados. Correntes, forças, atrações, repulsões, desejos. As portas, as maçanetas. Carêcia e excesso. Diante do excesso só o que resta é este minimalismo. Não há o que dizer, não há o que acrescentar, não há o que ouvir: não há nada. E o silêncio, cadê? Eu só queria o silêncio. Só queria o vazio. Só – pra dizer “no hay banda”.
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