Certas coisas são difíceis de explicar. Outras, não têm explicação mesmo. De incerteza em incerteza, vive-se – sempre na expectativa da felicidade, que pode estar próxima esquina. Mas o viver e o buscar andam sempre de mãos dadas (são amantes, segundo as más línguas).
Assim, busco.
(Parte da felicidade já foi reencontrada. O restante é uma questão de conquista).
A propósito, preciso ir agora: o tempo, o tempo…
… e o amor no tempo…
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